Taylor Swift revelou que transforma as críticas recebidas ao longo da carreira em combustível para suas composições. Além disso, a cantora admitiu que escolhe cuidadosamente algumas palavras quando decide ironizar seus detratores nas letras.
A declaração aconteceu durante The Icon Sessions with Taylor Swift: A 20-Year Retrospective, encontro realizado no Grammy Museum, em Los Angeles. Embora o evento tenha ocorrido em 18 de agosto, a Recording Academy divulgou a conversa completa na segunda-feira (24).
Durante a entrevista, o presidente da Recording Academy, Harvey Mason Jr., perguntou como Taylor consegue afastar a opinião pública durante o processo criativo. No entanto, a artista explicou que nem sempre tenta ignorar o barulho externo.
“Às vezes, quando as pessoas zombam de mim, é muito divertido zombar de volta”, afirmou Taylor Swift. Em seguida, a cantora brincou que gosta de usar palavras que seus críticos precisam pesquisar antes de atacá-la.
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Taylor Swift usa críticas como combustível
A estratégia não representa exatamente uma novidade em sua discografia. Afinal, Taylor Swift já transformou a imagem construída pela imprensa em músicas como Blank Space, na qual exagerou propositalmente a fama de namorar homens apenas para escrever sobre os términos.
Posteriormente, a cantora voltou a enfrentar seus críticos em Look What You Made Me Do. Além disso, faixas como You Need to Calm Down e Who’s Afraid of Little Old Me? também abordam julgamentos públicos e tentativas de controlar sua imagem.
Entretanto, Taylor explicou que nem todas as críticas precisam produzir uma resposta direta. Segundo a artista, algumas opiniões apenas oferecem energia para continuar trabalhando e experimentar novas maneiras de escrever.
Evento celebrou os 20 anos de carreira da cantora
Além de falar sobre os críticos, Taylor Swift relembrou o início da trajetória em Nashville e explicou diferentes etapas de seu processo de composição. Durante quase 50 minutos, ela comentou como registra ideias no celular, constrói personagens e escolhe detalhes capazes de aproximar as músicas do público.
Por fim, a artista encerrou o evento com uma apresentação surpresa ao piano. Taylor reuniu I Knew It, I Knew You, August e All Too Well em um medley dedicado às memórias e à maneira como acontecimentos do passado ganham novos significados com o tempo.
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