Bruno Mars explica por que proibiu uso de celulares em shows

Bruno Mars explicou por que adotou uma política rigorosa contra o uso de celulares em seus shows em Las Vegas. Em entrevista ao programa australiano The Smallzy Show, o cantor afirmou que a medida busca manter o público concentrado no palco, sem a preocupação de registrar cada música para as redes sociais.

Durante as apresentações de sua residência no Dolby Live, no Park MGM, os espectadores guardam os aparelhos em bolsas lacradas antes de entrar na área do show. Dessa forma, o celular continua com o dono, mas só pode ser utilizado novamente após a saída ou em espaços autorizados.

Bruno Mars reconheceu que parte do público gosta de fotografar e gravar os momentos favoritos com os celulares. Ainda assim, o artista acredita que a câmera cria uma distância entre o espectador e aquilo que acontece no palco. Segundo ele, quando todos deixam os aparelhos de lado, a plateia precisa decidir se está gostando ou não da apresentação.

“Você tem a opção A, de estar se divertindo, ou a opção B, de não gostar”, explicou o cantor. Já a chamada “opção C” surge quando alguém não sabe como reagir e, por isso, simplesmente começa a gravar.

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Bruno Mars quer público presente durante os shows

Para o artista, muitas pessoas registram o espetáculo principalmente para mostrar nas redes sociais que estiveram no local. Entretanto, ao acompanhar toda a apresentação pela tela, elas deixam de participar completamente daquele momento.

Bruno também afirmou que existe um efeito especial quando todos se envolvem com a música ao mesmo tempo. Por outro lado, os celulares podem quebrar essa conexão e criar uma separação dentro da própria plateia. Portanto, a proibição não busca punir os fãs, mas incentivar uma experiência mais direta entre público e artista.

A regra marcou não apenas a residência solo de Bruno Mars, mas também as apresentações do Silk Sonic em Las Vegas. Na época, o cantor e Anderson .Paak chegaram a brincar com a ausência dos aparelhos durante os shows. Além disso, o lounge The Pinky Ring, criado por Bruno no Bellagio, também segue uma política semelhante.

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