O segundo dia do Rock in Rio 2026 transformou a Cidade do Rock em território de guitarras pesadas, rodas punk e muita interação com o público. Desde a abertura do Palco Mundo, no sábado (5), Sepultura, mgk, Bring Me The Horizon e Avenged Sevenfold mantiveram o metal e suas diferentes vertentes no centro da programação.
Como resultado, o gramado recebeu mosh pits durante praticamente toda a noite. Além disso, as bandas aproveitaram os painéis de LED, a pirotecnia e as projeções para ampliar a experiência dos shows.
O Sepultura abriu o Palco Mundo com sua última apresentação no Rock in Rio e o penúltimo show da carreira. Assim, a banda avançou mais uma etapa da turnê de despedida Celebrating Life Through Death.
Durante a apresentação, o grupo concentrou o repertório na fase comandada pelo vocalista Derrick Green. Por isso, músicas como Against, Choke, Kairos, Means to an End, Phantom Self e Sepulnation marcaram a despedida.
Na sequência, mgk, anteriormente conhecido como Machine Gun Kelly, levou pirotecnia, dança e guitarras ao palco. Depois de abrir o show com Fix Your Face, o cantor apresentou faixas como WWIII, Bloody Valentine, Lonely, My Ex’s Best Friend e Till I Die.
Além disso, o artista arriscou palavras em português e buscou proximidade com os fãs. Dessa forma, a apresentação aproximou o pop punk, o rap e o rock alternativo dentro da programação dedicada ao som pesado.
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Bring Me The Horizon transforma público em roda punk
Pouco depois, o Bring Me The Horizon fez sua estreia no Rock in Rio. Desde as primeiras músicas, Oliver Sykes pediu que o público abrisse grandes mosh pits pelo gramado.
Durante faixas como DArkSide, Kool-Aid, Shadow Moses, Kingslayer, Doomed e Teardrops, as rodas chegaram até às áreas mais distantes do palco. Além disso, o vocalista misturou português e inglês nas conversas com os fãs.
Em Drown, Sykes desceu do palco para se aproximar da plateia. Ao mesmo tempo, a banda utilizou os telões com referências aos videogames e elementos que simulavam uma interface digital.
Para fechar a programação principal, o Avenged Sevenfold retornou ao festival como atração principal. Apesar de iniciar o show com atraso, a banda manteve o público na Cidade do Rock durante a madrugada.
O repertório reuniu músicas como Afterlife, Shepherd of Fire, Buried Alive, The Stage, Hail to the King e Cosmic. Enquanto isso, projeções em 3D ocuparam o painel do Palco Mundo e acompanharam diferentes momentos da apresentação.
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Palco Sunset também recebe metal no segundo dia do Rock in Rio
O Palco Sunset começou com Malvada e a participação de Day Limns. Mesmo com a chuva, as artistas animaram o público e homenagearam Rita Lee com Ovelha Negra.
Em seguida, Black Pantera recebeu o Nervosa para uma apresentação com duas baterias. Além das músicas de protesto, os grupos organizaram uma roda punk formada apenas por mulheres.
Mais tarde, Poppy misturou pop experimental e metal industrial em um show com músicas como I Disagree e New Way Out. Durante a apresentação, parte do público também sentou no chão para participar de uma remada viking.
Por fim, Bad Omens encerrou o palco com uma mistura de guitarras, música eletrônica e faixas da turnê Do You Feel Love?. O sucesso Just Pretend, que ganhou força nas redes sociais, provocou uma das maiores reações do público.
Fora dos palcos principais, Major RD comandou o Espaço Favela, enquanto Korzus liderou a programação do Global Village. Já o Supernova recebeu Supercombo, Lvcas, MC Taya e ZeROBADASS.
No New Dance Order, James Hype encerrou a noite depois de Volkoder, Camila Jun com Eli Iwasa e Victor Lou. Além disso, um espetáculo de drones marcou o Dia da Amazônia no céu da Cidade do Rock.
A ação acompanhou o compromisso do festival de plantar 15 mil mudas e 1 milhão de sementes de espécies nativas da Amazônia. Dessa forma, o segundo dia combinou a força do metal com encontros, despedidas e iniciativas ambientais.

















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